segunda-feira, fevereiro 01, 2010

23961

Amor tanto acalanta enquanto me apascenta,
A vida se mostrara em luzes mais sombrias
E agora esta esperança à qual me entrego e crias
Deixando a minha vida, outrora violenta

Em violetas, feita; ausência de tormenta
As noites neste amor, jamais serão tão frias
E o tempo em raro ardor, conforme me dizias
O ressurgir da vida, o amor ainda tenta

E sigo seu caminho, os rastro que ele deixa,
Nas mãos da deusa nua, a sílfide, uma gueixa
Deitando sobre mim esta ternura imensa

Fazendo deste encanto, um mar belo e sem fim,
Deixando no passado, o amargo de onde vim,
Trazendo no prazer a glória e a recompensa...